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sábado, 19 de outubro de 2013

2ª avaliação de Redação (9º ano)

Observação: você receberá uma folha para fazer os rascunhos e outra para passar seus textos a limpo, depois de revisar os rascunhos. Ao final da prova, entregue as duas folhas.

1)    O artigo abaixo, de Içami Tiba, está dividido em duas partes (como se pode ver pelos subtítulos em negrito), porém os parágrafos estão desordenados. Tomando como base o conhecimento construído em sala de aula a respeito da estruturação do texto dissertativo, numere os parágrafos do artigo abaixo de forma que eles fiquem expostos numa ordem coerente. A seguir, justifique a numeração que você propôs, em um parágrafo dissertativo, usando as dez linhas abaixo do texto.

Dia das Crianças
Veículo: Revista Viva São Paulo
Data: 01/10/2007
Cidade: São Paulo
Coluna: Pais & Filhos
Para as crianças, qualquer dia é dia delas...
(   ) Entretanto, com tudo isso, por que as crianças continuam tiranizando os pais? Fazem birras; não querem dormir sozinhas nas suas caminhas; respondem ofensivamente aos pais; não guardam os próprios brinquedos; são mal-agradecidas; não querem comer mais nada além de batatas fritas; gritam, socam, chutam e mordem os pais e brigam tanto entre si, principalmente se forem irmãos...
(   ) Não sou contra as crianças, pelo contrário, gosto muito delas. Mas não posso aceitar certas “coisas” que elas fazem e atingem os outros, principalmente os próprios pais. A mãe nunca abandona seus filhos. Exemplos há de sobra. Em crianças que já estão condenadas por gravíssimas enfermidades, quando todos já as abandonaram, já desistiram delas, lá estão as mães, abandonando suas próprias vidas para se dedicarem, mesmo perdendo seus maridos e colocando em risco seus casamentos. Portanto as mães, que deveriam ser as últimas pessoas a serem agredidas, são as primeiras a serem maltratadas por seus próprios filhos. Isso é inaceitável.
(   ) No começo da vida, enquanto não entendem de obrigações, as crianças querem fazer o que desejam todos os dias. Mas os pais que acham que os desejos infantis devem ser satisfeitos para não traumatizá-las, que custa pouco saciar as vontades dos pimpolhinhos, que perdoam suas ações mal-educadas porque “as crianças não sabem o que fazem”, que por estarem tanto tempo longe delas, quando juntos não resistem sequer a uma frustraçãozinha, acabam reforçando a idéia de que “todos os dias são das crianças”, ou seja, os desejos e as vontades delas são soberanas em relação aos adultos que elas conhecem.
Dia da criança educada
(   ) A criança precisa do olhar da mãe. Para resolver a questão, basta então que a mãe não olhe para ela. A sua presença física, mesmo que não olhe o filho, é suficiente para que ele continue uma birra. Sabiamente, diz a psicologia infantil, que se a mãe corre a criança se assusta e acaba correndo atrás. Mas se a mãe sai andando calmamente, a criança continua brincando ou na birra e tudo permanece igual.
(   ) Quando não agüenta mais o vexame público e os escândalos, está na hora de não ceder mais. Sugiro que nesse momento a mãe simplesmente se retire rapidamente da loja, deixando tudo o que está no carrinho e saia rapidinho, quase correndo, com passos firmes e não olhe para trás, mais especificamente para a birrenta que logo sairá correndo atrás dela.
(   ) Não sou contra o “Dia das Crianças”, mas não aceito que nesse dia seus comportamentos sejam piorados. O que eu gostaria é que esse dia fosse mais educativo ainda que os outros, que deveriam ser também mais educativos que simplesmente terem seus desejos satisfeitos.
(   ) A birra existe porque dá resultados. Ela representa que a criança quer transformar o “não” da mãe em “sim”. Então a criança usa todos os recursos que aprendeu com a própria mãe, ou seja, a mãe que satisfaz a criança após uma birra está preparando para que ela apronte birra na próxima vez que quiser outro brinquedo. É a própria mãe que autoriza as birras. Basta a mãe não ceder que a criança aprende que o seu “não” deve ser respeitado.
(   ) O que eu percebo é que nessa data as crianças pioram nos seus desejos e os pais não medem esforços, fazem até mesmo sacrifícios para dar o que elas desejam. Jocosamente transformo-a em “Dia da Birra das Crianças”, “Dia dos Vexames das Mães” ou mesmo “Dia do Vendedor de Brinquedos”. Fazem bem as escolas que estimulam os pequenos a criarem seus próprios brinquedos nas aulas de arte, assim como já fazem para os dias dos pais e das mães.
Içami Tiba.

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2)    Agora, imagine que você é Içami Tiba e escreva um texto narrativo em primeira pessoa, contando um episódio que tenha presenciado em um shopping no “Dia das Crianças”. Descreva o lugar, as pessoas, e depois conte o que aconteceu. Use a extensão de 15 a 30 linhas.

BOA PROVA!

1ª avaliação de Redação (9º ano)

Observação: você receberá uma folha para fazer os rascunhos e outra para passar seus textos a limpo, depois de revisar os rascunhos. Ao final da prova, entregue as duas folhas.


1)    Tomando como base o conhecimento construído em sala de aula a respeito da estruturação do parágrafo dissertativo, delimite (com um traço ou uma barra) os parágrafos do artigo de Rosely Sayão e, a seguir, justifique a divisão que você propôs, em um parágrafo dissertativo, usando as dez linhas abaixo do texto.


Educação por dinheiro
Um leitor, certa vez, contestou meu costume de repetir à exaustão que considero o ato de educar tarefa bastante árdua. Pediatra, ele disse que esse conceito poderia deixar pais e professores intimidados com sua função educativa e, dessa maneira, inibir ainda mais suas já tímidas atuações. Devo dizer que dialoguei com essa oposição por muito tempo. Será que apontar um trabalho como árduo poderia fazer as pessoas desistirem dele em vez de o tomarem como desafio? Ainda não me convenci de que não é produtivo dizer aos pais e professores que educar é tarefa árdua, pois ela o é. Podemos constatar, entretanto, que os educadores, de um modo geral, não acreditam que os mais novos possam criar um desafio frente a exigências rigorosas. Foi nisso que pensei quando li recentemente uma notícia sobre alunos de uma faculdade paulista que receberam a promessa de um prêmio econômico em troca do comparecimento e de boas notas no Enade. Não fiquei muito espantada com o fato, para falar a verdade. Já faz tempo que tenho conhecimento da oferta de pequenos prêmios a universitários em troca de sua dedicação aos estudos. Uma professora, por exemplo, contou que leva bombom de chocolate para dar aos alunos que fizerem os exercícios propostos em aula; outra tem levado pastilhas aos alunos que ficam com sono e dormem durante a exibição de vídeos da matéria que leciona. Por que a oferta de prêmio em dinheiro seria diferente disso? O fato é que essa prática pode evidenciar que não estamos convencidos de que os mais novos queiram, possam e devam empregar altas doses de esforço e energia a não ser em algo que lhes dê prazer imediato. Não temos convicção de que eles possam descobrir algum prazer no trajeto da empreitada. Não admitimos que eles tenham condição para tanto. Pode ser que a adoção dessa prática nada tenha a ver com crianças e jovens, mas com os próprios educadores. Talvez eles não acreditem na potência do ato educativo, não confiem em sua capacidade de mediar positivamente a relação de quem aprende com a aprendizagem, não se vejam capazes de provocar desafios. De qualquer modo, deixamos de exigir dos mais novos e passamos a querer comprar suas atitudes. Pais e professores fazem o mesmo, com filhos e alunos de todas as idades, não apenas os universitários. Vamos fazer uma breve retrospectiva: pais cujos filhos estão próximos do exame vestibular oferecem prêmios – não raro um carro ou uma viagem ao exterior – para que eles se dediquem aos estudos e entrem numa boa faculdade. Filhos menores sempre podem ganhar um dinheirinho ou um presente para dar conta de obrigações familiares e/ou domésticas, como levar o cachorro para passear ou arrumar a cama. Crianças na primeira infância recebem prêmios por "bom comportamento" etc. Há uma semana falamos sobre atos entre crianças que, no mundo adulto, chamamos de corrupção. Nesse caso, fazem falta a educação e o acompanhamento. Hoje, tratamos de adultos que corrompem os mais novos com ofertas materiais em troca de determinação, dedicação e esforço. Seria falta de quê, neste caso?
Escrito por Rosely Sayão, em seu blog, em 23/11/2007.

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2)    Agora, escreva uma carta argumentativa a Rosely Sayão, expondo seu ponto de vista sobre o tema da “educação por dinheiro”. Você pode se posicionar contra ou a favor dos argumentos da autora. Responda ao questionamento que ela faz no final de seu artigo, usando argumentos bem fundamentados e conte uma história (em um parágrafo narrativo) que exemplifique sua opinião. Lembre-se de obedecer à estrutura de uma carta argumentativa. Use a extensão de 15 a 30 linhas.


BOA PROVA!

3ª avaliação de Redação (8º ano)

LEITURA, INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO TEXTUAL

Leia abaixo um trecho da obra Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury, e responda às questões a seguir:

Um tapa com luva de pelica
direto no coração

“Certa vez, alguns alunos conversavam no fundo da sala. A professora de línguas pediu silêncio, mas eles continuaram. Ela foi mais enfática, chamou a atenção de um aluno que falava alto. Ele foi agressivo com ela. Gritou: ‘Você não manda em mim! Eu pago para você trabalhar!’ O clima ficou tenso.
Todos esperaram que a professora gritasse com o aluno, ou o expulsasse da classe. Em vez disso, ela ficou em silêncio, relaxou, diminuiu sua tensão e libertou sua imaginação. Em seguida, contou-lhes uma história que aparentemente não tinha nada a ver com o clima de agressividade.
Contou a história das crianças e dos adolescentes judeus que foram presos nos campos de concentração nazista e perderam todos os seus direitos. Não podiam ir às escolas, brincar nas ruas, visitar os amigos, dormir numa cama quentinha e se alimentar com dignidade. O alimento era estragado, e eles dormiam como se fossem objetos amontoados num depósito. O que era pior, não podiam abraçar seus pais. O mundo desabou sobre eles.
Eles choravam e ninguém os consolava. Tinham fome e ninguém os saciava. Gritavam pelos pais, mas ninguém os ouvia. Na frente deles apenas havia cães, guardas e cercas de arame farpado. A professora contou o que foi um dos maiores crimes cometidos na nossa história. Roubaram os direitos humanos e a vida desses jovens. Mais de um milhão de crianças e adolescentes morreram.
Depois de contar essa história, a professora não precisou falar muito. Olhou para a classe e disse: ‘Vocês têm escola, amigos, professores que os amam, o carinho dos seus pais, um alimento gostoso na sua mesa, mas será que vocês os valorizam?’ Ela resolveu conflitos em sala de aula levando-os a se colocar no lugar dos outros e a pensar na grandeza dos direitos humanos.

Ela não precisou chamar a atenção do aluno que a ofendera. Sabia que não adiantaria corrigir seu comportamento, e queria levá-lo a ser um pensador. Ele ficou em completo silêncio. Voltou para casa e nunca mais foi o mesmo, pois compreendeu que tinha muitas coisas belas que não valorizava.” (2003: pp. 76-77)

1.  Ao contar uma história, usamos certas palavras ou expressões que servem para encadear os fatos em uma seqüência coerente e dar idéia de continuidade, às quais denominamos marcadores temporais. Retire do texto todos os elementos coesivos que têm essa função.
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2.  Explique o sentido dos elementos coesivos destacados nas orações abaixo e, a seguir, reescreva-as substituindo-os por outros que não comprometam o sentido do texto:
               a.  “Todos esperaram que a professora gritasse com o aluno, ou o expulsasse da classe. Em vez disso, ela ficou em silêncio, relaxou, diminuiu sua tensão e libertou sua imaginação.”
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                  b. “Ele ficou em completo silêncio. Voltou para casa e nunca mais foi o mesmo, pois compreendeu que tinha muitas coisas belas que não valorizava.”
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3.      Explique a diferença de sentido no uso das palavras destacadas nas orações abaixo:
                        a.      A professora de línguas pediu silêncio aos alunos, mas eles continuaram a fazer barulho.
                        b.      Ela foi mais enfática, chamando a atenção de um aluno que falava alto.
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4.      Justifique o título do texto e diga em que linguagem ele foi empregado.
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5.      Com que objetivo a professora contou a história de crianças e adolescentes judeus presos nos campos de concentração nazista?
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6.      Ela alcançou seu objetivo? Por quê?
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7.      Suponhamos que você fosse escrever um artigo de opinião para uma revista direcionada a um público adolescente a fim de opinar sobre a atitude dos alunos e da professora da história narrada acima. Construa um texto dissertativo com pelo menos três parágrafos. Na introdução, você deve parafrasear ou resumir o texto em questão. No desenvolvimento, você deve dizer o que achou da atitude do aluno que ofendeu a professora e se, por sua vez, ela agiu adequadamente ao não chamar sua atenção nem corrigir seu comportamento e, sim, preferir contar uma história para a turma. Conclua dizendo o que você faria se estivesse no lugar dos alunos e no lugar da professora. Como se trata de um artigo de opinião, você pode se expressar na primeira pessoa do singular. Lembre-se de usar elementos coesivos para ligar um parágrafo ao outro. Use 15 linhas, no mínimo, e 30 linhas, no máximo.


BOA PROVA!

2ª avaliação de Redação (7º ano)

LEITURA, INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO TEXTUAL


Leia o texto abaixo e responda às questões a seguir. Lembre-se de seguir as orientações recebidas em aula sobre elaboração de respostas.

Especial — "SMALLVILLE"
por Renato Alves — rjasss@hotmail.com

SMALLVILLE
Quando foi anunciado pela televisão americana que seria feito um seriado sobre a juventude do Superman/ Clark Kent, como fã de quadrinhos, pensei que seria mais uma grande bomba, sem charme nenhum e que duraria, no máximo três anos. Mas, como todos sabemos, ainda bem que me enganei.
Criada por David Nutter (Arquivo X), Alfred Gough e Miler Millar, a série mostra a vida do personagem quando ele ainda era apenas um adolescente, que nem imaginava os poderes que tinha. Além de lidar com vilões e proteger o mundo, Clark terá de enfrentar a escola, as dificuldades de conquistar as garotas e lidar com os problemas familiares de todos os adolescentes. Porém, apesar de mostrar os primeiros passos de Superman, nada lembra um superboy forte e cheio de sabedoria. Em Smallville, Clark é um jovem como tantos outros, se auto conhecendo pouco a pouco e com enormes dificuldades de relacionamento amoroso. E, essa fragilidade e auto descoberta, é sem dúvida, o maior charme da série.
Em princípio o fato que mais me chamou bastante a atenção em Smallville é a criação de alguns personagens (Lionel Luthor e Chloe Sullivan, por exemplo) que não existem nas histórias em quadrinhos. Estava preocupado com a amarração desses personagens dentro de um contexto plausível. Mas, outra vez os produtores estavam no caminho certo e esses coadjuvantes criaram uma força tão grande e foram inseridos de forma tão rica que é impossível não acreditar que eles não possuem enredo nos gibis.
Destaques — Um ponto super positivo em Smallville é o elenco com destaques para os talentosos Tom Welling (Clark Kent), Kristin Kreuk (Lana Lang), Allison Mack (Chloe Sullivan) e Michael Rosenbaum (Lex Luthor). Não dá para imaginar outros atores nos papéis hoje em dia. O roteiro ágil, bem amarrado e criativo é outro grande destaque, além de podermos elogiar também a trilha sonora e os efeitos especiais. O centésimo episódio, que na minha opinião é o melhor, serve como prova da enorme força do seriado, com força até para matar personagens queridos e respeitados.
Para finalizar os elogios é impressionante o crescimento da série ano a ano. Os fãs que acompanham o seriado e revisitam episódios de anos anteriores percebem o quanto a série se fortaleceu e cresceu nesses seis anos. Outros heróis como Flash, Arqueiro Verde e Aquaman aparecem de forma gradativa, criativa e sem afobação. Mostrando a preocupação dos roteiristas em fazer tudo no momento certo.

O único ponto que até o momento não me agrada pela lentidão é a relação entre Clark e Lois Lane. Acho que passou da hora para existir uma aproximação mais tensa e emotiva. Mas, como até agora Smallville me surpreendeu pelo lado bom, acredito que isso será resolvido na hora certa. Não na minha hora.

 

 

1.      O texto que você leu é uma resenha-resumo ou uma resenha crítica? Por quê? Cite uma passagem do texto que justifique sua resposta.


2.      Quem é o autor da resenha? Como ele se identifica no primeiro parágrafo?



3.      Com que objetivo ele a escreveu?


4.      Faça um resumo, com suas próprias palavras, das qualidades positivas da obra.


5.      Além das qualidades positivas, o autor cita qualidades negativas da obra? Se sua resposta for sim, retire um trecho do texto que justifique sua resposta.


6.      Agora, chegou a sua vez de opinar sobre um programa de televisão a que você freqüentemente assiste. Escreva uma resenha crítica sobre o mesmo, expondo tanto os pontos positivos quanto os negativos. Lembre-se de usar elementos coesivos para ligar um parágrafo ao outro. Use 15 linhas, no mínimo, e 30 linhas, no máximo.

Observação: você receberá uma folha para fazer o rascunho e outra para passar sua redação a limpo, depois de revisar o rascunho. Ao final da prova, entregue as duas folhas.


Boa Prova!

1ª avaliação de Redação (7º ano)


1)         Leia a notícia a seguir e identifique:

Diário do Pará, Belém-PA, quarta-feira, 27/2/2008, Cidades, A5.
a.     Qual o principal fato anunciado?
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b.    Onde e quando aconteceu?
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c.     Quem são as pessoas envolvidas?
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d.    Como o fato anunciado aconteceu?
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2)         A seguir, escolha apenas uma dentre as duas propostas de produção textual, sabendo que, qualquer que seja a proposta escolhida, seu texto deve ter, no mínimo, 15 linhas, e, no máximo, 30 linhas.
Observação: você receberá uma folha para fazer o rascunho e outra para passar seu texto a limpo, depois de revisar o rascunho. Ao final da prova, entregue as duas folhas.

a.     1ª proposta:
Agora, faça de conta que você é o vigilante da notícia lida. Escreva uma carta pessoal a alguém de sua família, que mora em outro lugar, pedindo ajuda para arranjar um novo emprego para você. Conte sua razão para deixar o atual emprego e use uma linguagem familiar.

b.    2ª proposta:
Escreva uma notícia sobre um fato ocorrido recentemente no Brasil ou no mundo. O fato pode se referir à violência urbana, ao meio ambiente, ao trabalho infantil, aos esportes, aos jovens, etc.

Você precisa relatar o que aconteceu, ondequando e como o fato aconteceu, quem estava lá e o que as pessoas entrevistadas acharam das novidades (cite ao menos a fala de uma delas). Dê à sua matéria um título interessante e não se esqueça do lead.

BOA PROVA!

1ª avaliação de Redação (6º ano)

1ª Avaliação

LEITURA, COMPREENSÃO, INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO TEXTUAL


Leia o texto abaixo e responda às questões a seguir. Lembre-se de seguir as orientações recebidas em aula sobre elaboração de respostas.
O velho, o menino e a mulinha
O velho chamou o filho e disse:
— Vá ao pasto, pegue a mulinha e apronte-se para irmos à cidade, que quero vendê-la.
O menino foi e trouxe a mula. Passou-lhe a raspadeira, escovou-a e partiram os dois a pé, puxando-a pelo cabresto. Queriam que ela chegasse descansada para melhor impressionar os compradores.
De repente:
— Esta é boa! — exclamou um visitante ao avistá-los. — O animal vazio e o pobre velho a pé! Que despropósito! Será promessa, penitência ou caduquice?...
E lá se foi, a rir.
O velho achou que o viajante tinha razão e ordenou ao menino:
— Puxa a mula, meu filho! Eu vou montado e assim tapo a boca do mundo.
Tapar a boca do mundo, que bobagem! O velho compreendeu isso logo adiante, ao passar por um bando de lavadeiras ocupadas em bater roupa num córrego.
— Que graça! — exclamaram elas. — O marmanjão montado com todo o sossego e o pobre do menino a pé... Há cada pai malvado por este mundo de Cristo... Credo!...
O velho danou-se e, sem dizer palavra, fez sinal ao filho para que subisse à garupa.
— Quero só ver o que dizem agora...
Viu logo. O Izé Biriba, estafeta do correio, cruzou com eles e exclamou:
— Que idiotas! Querem vender o animal e montam os dois de uma vez... Assim, meu velho, o que chega à cidade não é mais a mulinha; é a sobra da mulinha...
— Ele tem toda razão, meu filho; precisamos não judiar do animal. Eu apeio e você, que é levezinho, vai montado.
Assim fizeram, e caminharam em paz um quilômetro, até o encontro dum sujeito que tirou o chapéu e saudou o pequeno respeitosamente.
— Bom dia, príncipe!
— Porque príncipe? — indagou o menino.
— É boa! Porque só príncipes andam assim de lacaio à rédea...
— Lacaio, eu? — esbravejou o velho. — Que desaforo! Desce, desce, meu filho e carreguemos o burro às costas. Talvez isso contente o mundo...
Nem assim. Um grupo de rapazes, vendo a estranha cavalgada, acudiu em tumulto com vaias:
— Hu! Hu! Olha a trempe de três burros, dois de dois pés e um de quatro! Resta saber qual dos três é o mais burro...
— Sou eu! — replicou o velho, arriando a carga. — Sou eu, porque venho há uma hora fazendo não o que quero mas o que quer o mundo. Daqui em diante, porém, farei o que manda a consciência, pouco me importando que o mundo concorde ou não. Já que vi que morre doido quem procura contentar toda gente...
Monteiro Lobato

 




1.      Na fábula que você leu, quem são as personagens principais e as personagens secundárias?
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2.      Por que se pode dizer que a história contada acima por Monteiro Lobato é uma fábula moderna?
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3.      Que comportamentos humanos Monteiro Lobato explora nessa fábula? Justifique sua resposta com duas passagens do texto.
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4.      Marque a alternativa correta. A moral da história que você leu é:
(   ) "Quando dois brigam, lucra um terceiro mais esperto."
(  ) "Não sei o caminho do sucesso, mas com certeza o do fracasso é querer agradar a todo mundo".
(   ) "Muito padecem os bons que julgam os outros por si."

5.      Você concorda com a moral da história? Por quê?
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 6.      O que você faria se estivesse no lugar do velho e do menino?
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7.      Agora, chegou a sua vez de contar uma fábula. Pode ser uma conhecida, que você já tenha lido, ou uma inventada por você mesmo. Você sabe que a grande maioria das fábulas tem animais como personagens, mas há fábulas em que as comparações são feitas entre seres humanos e objetos ou plantas. Sendo assim, você pode escolher uma das opções abaixo e inventar uma fábula com os personagens sugeridos:

·      A pomba e a formiga;
·      O macaco e a onça;
·      A rosa e a margarida;
·      O palito e a caixa de fósforos;
·      A agulha e a linha.

Escreva seu texto na folha de rascunho e, após revisá-lo, passe-o a limpo na folha de redação. Lembre-se de usar elementos coesivos para ligar um parágrafo ao outro e de empregar a pontuação adequada. Use 15 linhas, no mínimo, e 30 linhas, no máximo.

Observação: você receberá uma folha para fazer o rascunho e outra para passar sua redação a limpo, depois de revisar o rascunho. Ao final da prova, entregue as duas folhas.